13/08/2007 11:15
NOTINHAS PÓS-RODADA
Acabou o primeiro turno. Está claro que o São Paulo é o time a ser batido no segundo.
As notas:
* Sete vitórias seguidas. Doze jogos (de 19) sem levar gols. Média de 0,36 gol sofrido por jogo.
* Se os números do São Paulo (2 x 0 no Atlético Paranaense, sábado) forem parecidos com estes, haverá briga apenas pelas vagas na Libertadores 2008.
* No primeiro gol contra o Atlético (cobrança de falta em dois toques, dentro da área), não era óbvio que, pela proximidade do gol, a bola só entraria por baixo? A barreira se abriu e só atrapalhou o goleiro Guilherme.
* Quase 35 mil pessoas no Maracanã, para Flamengo 2 x 1 Náutico. Público quase igual ao do Morumbi (36.520), no jogo do líder do campeonato. É por essas que a torcida do Flamengo sempre será diferente.
* O erro da arbitragem no gol do Figueirense (1 x 1 com o Botafogo) é escandaloso. Não apenas porque prejudicou o vice-líder, provavelmente lhe tirando dois pontos. Mas porque aconteceu em um lance fácil, com dois jogadores (um deles, beeeem adiantado) impedidos.
* Se um assistente tem dificuldade para aplicar a regra num lance desses, a coisa é mais grave do que se imagina.
* O lançamento de Júnior César no segundo gol do Fluminense, na vitória (3 x 0) sobre o Santos, foi a jogada mais bonita da rodada.
* Claro que se não encontrasse o peito de Thiago Neves, jogador evidentemente especial, correria o risco de ser apenas um lindo lançamento.
* A cada vitória do Palmeiras fora de casa (2 x 1 no Atlético-MG, a quinta), aumenta a curiosidade sobre o que acontece nos jogos no Palestra Itália.
* No Mineirão, Diego Cavalieri (de volta à grande forma), evitou pelo menos dois gols. E Martinez mostrou porque é o palmeirense mais elogiado pelos técnicos dos outros times.
* Ótima comemoração de Alecsandro, no segundo gol da vitória do Cruzeiro (2 x 1 no América, em Natal): imitando o jeito como o pai, Lela, fazia.
* Vencer no Machadão é obrigação. Quase todo mundo ganhou lá.
* Finazzi não foi contratado pelo Corinthians (2 x 1 no Grêmio) para pegar a bola, partir para cima dos zagueiros, driblar meio mundo e só para dentro do gol. Teria sido um erro imperdoável.
* O papel dele é o de um centroavante das antigas: mais paradão, oportunista na área, pivô.
* Isso ele sabe fazer, mas precisa estar em campo.
enviada por André Kfouri
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(O que é isso?)