25/07/2007 09:48
OBRIGADO, JANETH.
(e que pena...)
Acabou ontem, com uma derrota para o time C dos Estados Unidos, a carreira de Janeth Arcain.
Trinta e oito anos, quase 20 de Seleção Brasileira, um título mundial, duas medalhas olímpicas.
Janeth é o que estava escrito na blusa que ganhou após o jogo: insubstituível.
Seu lugar é o Hall da Fama do basquete, onde já estão os outros dois pilares da geração que colocou o Brasil entre os melhores do mundo: Paula e Hortência.
Pena que Janeth não tenha tido a despedida que sua carreira merecia.
Seria mais apropriado que ela dissesse adeus do lugar mais alto do pódio, carregando a medalha de ouro que buscava em sua última competição.
A derrota (79 x 66) para o time sub-22 americano mostra que, estruturalmente, o basquete feminino brasileiro não está muito melhor do que estava quando Janeth fez suas primeiras cestas, em 1983.
A parte dela (e talvez até mais), Janeth fez.
Quem lhe entregou uma placa com dizeres óbvios ("Janeth Arcain dos Santos: homenagem da Confederação Brasileira de Basquete à atleta que dedicou sua vida ao basquete e conquistou valiosos títulos para o Brasil.") é que está devendo.
enviada por André Kfouri
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(O que é isso?)