12/07/2007 13:03
O MAIOR CLÁSSICO DO MUNDO
Não há jogo de futebol, neste planeta, como Brasil x Argentina.
São as duas melhores escolas, os dois maiores rivais.
E mesmo que, às vezes entre nós, às vezes entre eles, esse negócio de seleção nacional esteja meio em baixa, não há como ver esse jogo sem perceber o que ele representa.
Pessoalmente, não tenho nada contra a Argentina, ou os argentinos.
Ao contrário. Adoro Buenos Aires, sempre fui muito bem tratado lá e voltarei sempre que puder.
Futebolisticamente, admiro o estilo, a técnica, a entrega e a garra que eles têm.
Rivalidade tem (ou deveria ter) mais a ver com respeito do que com sentimentos ruins.
Em condições iguais (cada lado com o melhor que tiver), o futebol brasileiro é superior. Mais técnico, mais versátil, mais genial.
O problema é que o jogo de domingo que vem não será disputado em igualdade de condições.
A Argentina tem jogadores que se conhecem melhor e há mais tempo.
Os extra-terrestres deles estão aqui e os nossos não.
E eles estão obcecados em vencer a Copa América, de preferência contra o Brasil.
A derrota nos pênaltis na final da Copa América de 2004, no Peru (em circunstâncias parecidas com as atuais), e, principalmente, a goleada por 4 a 1 na final da Copa das Confederações de 2005, poderão ser finalmente digeridas.
Poderão não significa que deverão, nem que serão.
Porque no maior clássico do mundo, as coisas quase nunca acontecem como se imagina.
enviada por André Kfouri
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(O que é isso?)